Desigualdade de Classes: Pobres X Ricos

Por: Viviane Jesus da Silva

Bacharelado Interdisciplinar em Humanidades- BIH

Fonte:http://tecciencia.ufba.br/milly/olaa-que-bom-que-voce-veio/charge-sobre-desigualdade-social

A humanidade têm vivenciado no decorrer do tempo, com a luta de classes, entre ricos e pobres, a desigualdade de classes sociais acontece devido os membros de diferentes classes terem variado acesso aos recursos do capital, o que afeta sua colocação no sistema, assim alguns permanecem no nível social.

A desigualdade de classes, inclui- se na sociedade, a partir das diferenças de renda, de riqueza e pobreza, de acesso à educação, e status social. Pessoas de família pobre, sem escolaridade, têm menos chances de alcançar o objetivo de entrar para a classe média ou alta, têm menos oportunidades de exercer um bom cargo em uma empresa, de receber um bom salário. Com isso os ricos tem as melhores oportunidades, e cargos de bons salário, mantendo-se na classe alta, e os pobres não têm chance alguma permanecendo na classe baixa.

Existe preconceito contra os pobres e negros, que é o resultado da manifestação em locais de trabalho devido a contratação de pobres e negros, em alguns casos os empregadores têm demonstrado preferir a contratação de funcionários em potencial  com base na percepção étnica, isso se resulta das práticas descriminatórias de estereótipos, que é quando as pessoas fazem suposições sobre tendências e características de determinados grupos sociais.

A desigualdade de classes sociais, persiste em meio a população, pois a globalização faz com que continue gerando capital pelo mercado econômico, assim enquanto houver a modernização n a sociedade, persistirá as desigualdades sociais, e existirá ricos e pobres. As pessoas devem lutar pelos seus direitos, os pobres e negros devem agir para alcançar seus objetivos com perseverança, lutar pelo lugar que lhes são reservados em meio a sociedade.

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A desigualdade socioeconômica no Brasil

Por: Vanessa S. Gomes

Bacharelado Interdisciplinar em Humanidades- BIH

Fonte:https://saberesrebeldes.files.wordpress.com/2015/01/dacd7-images4.jpg

A desigualdade socioeconômica no Brasil se reflete diretamente na saúde, educação, qualidade de vida e emprego. Essa desigualdade produz como resultado discriminação e desvalorização das classes mais predominantes que são as de baixa renda econômica, negros e nordestinos. Afirmar que essa desproporção afeta somente o Brasil é um equívoco, ela atinge a diversos países, sobretudo aos menos desenvolvidos. Um dos fatores que nos faz enxergar essa realidade é o crescimento da miséria, levando mais pessoas para as margens da sociedade; a fome, a violência, salários baixos, analfabetismo e a mortalidade infantil nos levam a refletir e a se afligir com o futuro.

Os interesses em se estudar as desigualdades raciais no Brasil, tem sido foco de pesquisas nos últimos anos, pois se percebe que, mesmo após a abolição da escravatura, podemos ver claramente a discriminação enraizada ainda na sociedade brasileira, de acordo com alguns dados, apontam o Brasil como uns dos países com a pior distribuição de renda do mundo. Há uma indignação da população excluída quando se deparam, com as injustas divisões de renda no mercado de trabalho, a qual, as mesmas funções exercidas por brancos, por conta das desvantagens historicamente produzidas entre grupos sociais a qual julgam ter diferença entre negros e brancos, homens e mulheres, nordestinos e sulistas, comprometem o seus valores finais de trabalho, gerando uma diferença de valores. Esse processo de desigualdade é vista em pleno século XXI. Percebe-se que o preconceito com negros, pobres e nordestinos ainda é um grave problema a se resolver, como já foi apontado.

Esses fatos levam a um resultado negativo para a população brasileira, pois consequentemente reflete na qualidade de vida geral da população, a formação e multiplicação das diferenças socioeconômicas no Brasil introduz a afirmação de que o país tem deficientes estruturas de organização, de bens e recursos mal administrados.

A homossexualidade em discussão

Por: Ueslei Oliveira Miranda

Bacharelado Interdisciplinar em Humanidades- BIH

homossexualidade

Fonte:http://guiame.com.br/colunistas/bruno-dos-santos/homossexualidade-na-igreja-heresia-da-liberdade-moral.html#.VLUpDbA5DIU

 

Na sociedade moderna, a homossexualidade vem sendo um tema bastante discutido, devido à polêmica que causa na sociedade, sendo a população divida entre grupos sociais conservadores, os grupos liberais e os que poderíamos chamar de grupos sociais meio termo.

Para começar, temos os conservadores que não aceitam a homossexualidade e a tratam como doença, e alguns são denominados de radicais, pois levam tão ao extremo o seu preconceito, que chegam a cometer homicídios e tratam como a “escória da humanidade” e não sendo dignos do direito à vida. Alguns pais preferem ver seus filhos drogados a ter seu filho como um homossexual ou bissexual. Já o meio termo seria aqueles que, apesar de aceitarem que cada qual pode ser o que lhe convier, não querem que seus filhos sejam homossexuais, talvez por temerem o pior para eles. E, por último, há os liberais, a meu ver geralmente indivíduos que já são homossexuais que buscam uma sociedade mais igualitária e menos opressora para com os homossexuais, ou os que optam por uma orientação sexual diferente da tradicional.

O indivíduo tem uma deficiência da aceitação na questão de atribuir alguma ideia ou modelo que contrapõe o tradicional, tanto que os negros ainda não estão totalmente aceitos na sociedade, como iguais aos outros, mesmo com o passar de décadas, portanto presumi-se que a homossexualidade não será aceita tão facilmente, assim como os negros. Fatos e surgimento de novidade na sociedade sempre será motivo de discussão e de difícil aceitação, isso ocorreu com relação às cotas para negros nas universidades, que só foi possível depois de debates de pontos de vista de relações subjetivas de indivíduos sobre o tema, que veio a ter uma solução e uma concordância da maioria até se aprovar uma lei, aonde argumentos possibilitaram a justificativa da mesma, e neste mesmo panorama temos a cota para negros nos concursos públicos, que da mesma forma foi de difícil aceitação havendo os que não achavam justo a sua aplicação. E se tudo que é novo não tivesse de ser discutido e gerasse debate entre opiniões, não teríamos o porquê de ter juizados em diferentes instancias para tentar chegar a consenso de temas que se discute. Assim se o novo ou diferente não gerasse polemica não haveria o porquê do papel do juiz.

Portanto, ao destrinchar este tema de forma superficial concluo que a homossexualidade será um tema de grandes discussões e acarretarão várias mudanças na forma da sociedade, de tratar os diferentes, que não serão tão diferentes após essas lutas.

Para subverter o capitalismo

Por: Thassia Veruska

Bacharelado Interdisciplinar em Humanidades- BIH

capitalismo

Fonte:http://www.universogeek.blog.br/2014/02/capitalismo-e-ruim/

Os freegans são pessoas adeptas a um movimento denominado Freeganismo, estando muito presente no Reino Unido e nas cidades de grande população do mundo todo. A palavra freeganismo vem da junção free que significa grátis, livre, mais ganismo que é inseto de qualquer origem animal para consumo ou uso. Muitas pessoas consideram esses indivíduos “loucos”, ou os chamam de desocupados. Também é um movimento anticapitalista, teve início na década de 90 nos Estados Unidos e ganhou adeptos em outros lugares do mundo. Sua principal intenção é ir completamente contra o modelo de vida proposto pela mídia e pela sociedade capitalista.

Os adeptos do freeganismo defendem que a moradia deve ser direito de todos, então ocupam prédios desocupados e firmam sua moradia. São contra os desperdícios de alimentos, vasculham as lixeiras de supermercados atrás de frutas e verduras que não estão esteticamente adequadas para comercialização, por este motivo justificam a busca de alimentos nos lixos e incentivam a invasão de terrenos baldios para produção de hortas coletivas. Procuram, ainda, suas roupas nos lixos, ou trocam entre si, pois são totalmente contra o consumo desnecessário, são completamente contra o modelo de vida proposto pela mídia, no qual os indivíduos se tornam bonecos compulsivos pela futilidade.

A maioria dos freegans são vegetarianos e defendem a sustentabilidade ambiental. Alguns são radicais ao extremo de não consumirem nada que tenha origem animal, derivados ou tenha utilizados como teste.

Este movimento serve para pôr em reflexão o nosso comportamento compulsivo. Será que não está na hora de dar um basta em nossas crenças capitalistas, será que os loucos da vez não somos nós? É impactante, mas, é necessário para pararmos de ser hipócritas ao falarmos de desigualdade ou de sustentabilidade, pois todo esse discurso que vemos “ecologicamente correto” é bonitinho, mas será que realmente fazemos nossa parte?

Violência e preconceito contra homossexuais no Brasil

Por: Regiane de Souza Brito

Bacharelado Interdisciplinar em Humanidades- BIH

Fonte:http://porummundosempreconceito.loveblog.com.br/371559/agressoes-a-homosexuais-chega/

No Brasil, há um grande preconceito e discriminação contra os homossexuais: eles não são aceitos, nem respeitados pela maioria da população. Que os veem como diferentes, devido sua opção sexual e por constituírem família com uma pessoa do mesmo sexo.

Estatísticas mostram que o número de violência e assassinatos a homossexuais tem aumentado a cada dia. Frequentemente vemos noticiários de diversos tipos de violência cometidas contra gays e lésbicas, onde muitos são ofendidos, humilhados, e agredidos diariamente, nas ruas, trabalho, escola e até dentro do próprio âmbito familiar, geralmente são discriminados e recebem apelidos maldosos como: “baitola”, “viado”, “sapatão” “bicha fresca”, “boiola” entre outros.

A sociedade Brasileira vê gays e lésbicas como doentes mentais, antinaturais e pecadores, pelo fato da igreja condenar o relacionamento homoafetivo e por não seguir a ordem da natureza, onde o macho tem que manter relação sexual com a fêmea, mas isso não passa de uma ignorância, pois a homossexualidade não é perversão, é algo que acontece há muito tempo, e ocorre até com os animais, todos devem ser respeitados independente de sua opção sexual.

Entretanto a discriminação contra a homossexualidade é consequência da homofobia cultural, onde os “machões” se acham no direito de matar, agredir sem nenhum receio e culpa. Muitas pessoas afirmam que não tem preconceito, mas não aceitam que homossexuais troquem carinho em público ou que alguém de sua família seja gay. Mas será que esse tipo de atitude não é uma forma de preconceito? Certo que sim! Pois quem não tem preconceito jamais se incomodaria com qualquer forma de relacionamento.

Diante do aumento dos casos de violência contra a homossexuais, faz-se necessário a   sociedade se conscientizar pois a lei já existe, mas precisa ser mais rigorosa para que eles sejam mais respeitados dentro da sociedade, e também a criação de programas eficazes em combate a homofobia.

A desigualdade socioeconômica no Nordeste brasileiro

Por: Noelma Franco

Bacharelado Interdisciplinar em Humanidades- BIH

Fonte:http://paulohf10.blogspot.com.br/2012/05/brasil-atinge-menor-nivel-de.html

A região Nordeste tem sofrido durante muito tempo, com as desigualdades sociais causadas pela hierarquização do poder imposto desde a era colonial com os coronéis, senhores de engenho e pelo novo sistema de organização social (os políticos corruptos), que usam o dinheiro destinado ao povo para aumentar suas contas bancárias.

No colonialismo, os coronéis e os senhores de engenho usavam a mão de obra escrava nos engenhos e nas lavouras. Eles detinham o poder porque tinham dinheiro e as melhores condições de vida, enquanto os pobres trabalhavam somente para conseguir se alimentar. As terras dos pequenos produtores foram usurpadas e destruídas com as grandes plantações de cana-de-açúcar.

Com as novas mudanças que foram surgindo, após muitos anos de poder nas mãos dos coronéis, eles foram perdendo espaço para um sistema político que mudou ainda mais a realidade do Nordeste.

Os impactos que foram causados por esses “aproveitadores” e “exploradores” sociais têm refletido nas condições de vida dos nordestinos. A fome, o analfabetismo são um dos resultados tristes dessa realidade.

Os nordestinos vivem em uma situação preocupante que demonstra a fragilidade de um povo, que por muito tempo são reféns dessa sociedade de classes, onde quem manda é o mais rico. Essa situação foi antes imposta pelos coronéis, agora por uma “classe” de corruptos que se enriquecem a custa do povo.

Ainda é possível mudar essa realidade que foi construída, as pessoas são capazes de tomar decisões, e elas precisam ser pensadas e postas em prática. Para acabar com esse sistema desigual, é preciso saber votar de forma consciente, Devemos sim fazer a diferença através das nossas ações! Precisamos ter visão crítica para assumirmos o papel de cidadãos sociais.

DESIGUALDADES SOCIAIS

Por: Nara da Silva Alves

Bacharelado Interdisciplinar em Humanidades- BIH

social

Fonte:http://www.taringa.net/posts/offtopic/15008402/Desigualdad-Social.html

No dia 26 de outubro de 2014 foi realizado o segundo turno das eleições, episodio que definiu quem governaria o Brasil pelos próximos quatro anos, este episódio refletiu com clareza, até mesmo aos olhos ingênuos de quem acredita existir no Brasil uma cordialidade, uma camaradagem atrelada,  quase sempre aos momentos de rodas de samba e carnavais, onde parece haver uma harmonia que iguala pretos e brancos, pobres e ricos,  em uma irmandade típica do “jeitinho brasileiro” . Contudo,  o resultado das eleições presidências “gritou” aos quatro ventos o título nada envaidecedor que o Brasil ostenta :  8º lugar no ranking da ONU  entre as noções mais desiguais do mundo .

O termo desigualdade social, tão comumente usado por nós para definir diferenças de distribuição de renda,  carrega em si vários tipos de desigualdades, entre elas a de oportunidades: aqueles que nascem em famílias mais humildes dificilmente estudarão em boas escolas e ascenderão socialmente. o Brasil é um país com a proporção geográfica de um continente suas desigualdades possuem paralelamente as mesmas proporções. O conceito de desigualdade social carrega em si até mesmo valores constituídos historicamente , compondo o leque das desculpas usuais para segregar  indivíduos , quase sempre dependentes de serviços públicos básicos como educação , saúde , transporte, segurança, entre outros , estes ,  por sua vez acabam tendo estes direitos , que lhe conferem dignidade,  negados . Diante deste contexto , políticas públicas de tentativa de diminuição dessas desigualdades surgem como principal forma de amenizar o retrato de um país que carrega em si o vergonhoso contrate: se por um lado temos compatriotas que possuem renda comparáveis a “sheiks” , temos também em numero muito superior vivendo em estado de pobreza comparável aos países mais pobres da África, de acordo com pesquisa da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico)  a proporção entre ricos e pobre no Brasil é de 50×1 .

As políticas de transferência de renda são o caminho encontrado pelos últimos governos para tentar diminuir os contrates, contudo este recurso é fortemente atacado por pessoas que desconhecem o abismo que é a realidade socioeconômica do Brasil, o resultados das eleições foi um triste reflexo das diferenciações sócias e da imagem que o próprio brasileiro tem de si , o país foi nitidamente dividido em uma faixa geográfica , de um lado :  as regiões sul e sudeste e do outro norte e nordeste ; eleger a atual governante foi o estopim que os proclamadores de discursos preconceituosos precisavam para incitarem abertamente o ódio , e ,  desta vez,  ele abrange uma classe, um povo , uma região inteira , estes discursos carregados de ódio retratam o povo nordestino não apenas como ignorante , mas também como  não merecedores inclusive do direito a vida .

O mercado de trabalho e as desigualdades sociais

Por: Marcia Jung Pimentel

Bacharelado Interdisciplinar em Humanidades- BIH

Fonte:http://undeca.cr/picture/desigualdad-social-profunda-en-costa-rica/

A sociedade contemporânea vive momentos de grandes desequilíbrios, apesar de nossos governantes, através de pesquisa, tentarem disfarçar uma realidade onde as diferanças não existem. Neste sentido, o que mais aparece é uma má distribuição da renda, e o que move o mercado é a renda, e isso é injusto, onde muitos ganham pouco e poucos ganham muito. A partir dessa má distribuição da renda é que aparecem as outras formas de desigualdades; como a falta de uma educação de qualidade, falta de saúde, transporte, e principalmente de emprego, movido pela desigualdade das classes sociais e pela economia do mercado.

Com o crescimento desorganizado das cidades, o que se tem visto são grandes aglomerações: favelas onde as casas e ruas não têm estruturas, formando aglomerados de pessoas. Neste desenvolvimento tão rápido e sem um planejamento por parte dos nossos representantes, sem políticas que possam planejar tudo, não são pensadas as necessidades e condições básicas (dignas) para a sobrevivência das populações.

Apesar do mercado a cada dia lançar novas tecnologias, novas avanços, ainda existe uma grande desigualdade para se ter acesso e o direito a comunicação e à informação, que permitiria à população aprimorar seus conhecimentos, como a internet, que apesar de grandes avanços, faltam investimentos que facilitam a interação para as áreas menos favorecidas, uma educação de qualidade a todos. Pensar as desigualdades parece-nos um fato natural, entretanto o que nos é mostrado é o crescimento da violência e da criminalidade produzido pela sociedade capitalista com políticas de exclusão das classes minoritárias.

As desigualdades não são problemas que começaram hoje, sabe-se que isto já vem desde muitos anos, o tempo foi passando algumas coisas mudaram, ou seja, quem muito tinha continuam com suas posses, mas com novos objetivos, porém para as grandes populações que desde muitos tempos só lhe resta o trabalho como fonte de recurso que lhe garante somente o necessario para sua sobrevivência. Portanto, é necessário rever nossas políticas públicas, com modificações para que os individuos tenham melhores condições de vida nas relações sociais, econômicas, políticas e culturais, dando direitos iguais a todos.

A influência nociva da desigualdade socioeconômica

Por: Lucimari Sardeiro Ribeiro

Bacharelado Interdisciplinar em Humanidades- BIH

Fonte:http://alertaroja.net/11.09.2013/crece-desigualdad-social-en-los-estados-unidos/

O Brasil é um país com muitas riquezas, tanto naturais quanto econômicas, mas, mesmo assim, existe uma tremenda desigualdade socioeconômica entre a população, que influencia de forma significativa na educação e na alimentação da população brasileira. A população brasileira sofre muito com a má distribuição de renda, que desfavorece a maioria, pois são os que ganham menos, e a minoria fica com a maior parte dos recursos do país.

Com poucos recursos, a população não tem como investir na sua educação e na educação dos seus filhos. Muitas vezes, com a falta de verbas, a população se vê obrigada a estudar nas redes públicas de ensino, que, em muitos casos, não oferecem estrutura suficiente para uma boa educação. As verbas para educação existem e são suficientes para dar um bom ensino a todos, mas essa verba não é usada adequadamente para a sua verdadeira finalidade: que é oferecer um ensino de qualidade a todos de forma igual.

Esse é um de alguns dos problemas enfrentados pela população brasileira, que muitas vezes não encontra outra saída, a não ser aguardar uma solução que venha de seus representantes, que, na maioria, das vezes não faz nada para mudar essa situação e a torna cada vez maior, criando projetos que não beneficiar as pessoas de baixa renda, criando impostos, que essas pessoas não conseguem pagar e acabam fazendo com que elas fiquem inadimplentes com o estado.                      Uma solução possível para essa má distribuição de renda em todo o nosso país, dever vim das políticas públicas que tem poderes suficientes para resolve e criar métodos para solucionar toda essa problemática, que atingem a maioria da população carente do Brasil.